Paulo Baron destaca expansão internacional e renovação do público do metal brasileiro em artigo
Postado em 01/10/2026


 

Publicado no Musicalidade, “Bons ventos para o metal brasileiro” analisa o protagonismo de bandas nacionais, a profissionalização de novos artistas e a presença de músicos brasileiros no exterior

O empresário Paulo Baron, à frente da Top Link Music e responsável pelo gerenciamento de Angra, Matanza Ritual e Kiko Loureiro, apresenta uma análise sobre o momento do heavy metal nacional no artigo “Bons ventos para o metal brasileiro”, publicado nesta quarta-feira, 30 de setembro, no Musicalidade. No texto, Baron identifica o que considera a terceira grande fase do gênero no país, marcada pela expansão internacional das bandas, pela renovação das plateias e pelo surgimento de novos artistas.

Leia o artigo completo:
“Bons ventos para o metal brasileiro — Musicalidade” (https://musicalidade.com/bons-ventos-para-o-metal-brasileiro/)

Entre os exemplos apresentados está o Angra, que assumiu o posto de headliner do Bangers Open Air em 2026. Segundo Baron, a presença da banda como atração principal, em uma edição que registrou o maior público do festival, demonstra uma mudança no espaço ocupado pelos artistas brasileiros. O empresário também destaca a turnê internacional do grupo e a resposta do público às apresentações no Brasil, incluindo o show com ingressos esgotados no Espaço Unimed, em São Paulo.

A análise reúne outros movimentos da cena, como a turnê mundial do Sepultura, a participação do Black Pantera em festivais como Rock in Rio e Lollapalooza e as apresentações internacionais de Nervosa, Crypta e Krisiun. Baron também menciona a carreira solo de Edu Falaschi, a atuação do Hibria na Ásia, a renovação da formação do Korzus e a continuidade dos shows do Viper pelo país.

A chegada de uma nova geração de fãs é outro ponto central do artigo. Na avaliação do empresário, a presença expressiva de jovens nas plateias de bandas com mais de três décadas de trajetória contribui para a continuidade do gênero. Esse movimento também favorece a abertura de espaços para nomes como Throw Me to the Wolves, Catiça e Here I Am.

Baron relaciona essa movimentação à profissionalização das bandas emergentes, com investimentos em videoclipes, redes sociais, plataformas digitais e planejamento de carreira. Para ele, a distribuição digital amplia as possibilidades de circulação da música brasileira e permite alcançar ouvintes em outros países, mesmo com uma presença menor do heavy metal nos meios tradicionais de comunicação.

O artigo também aborda a projeção de músicos brasileiros no exterior, citando trajetórias como as de Eloy Casagrande no Slipknot e Kiko Loureiro no Megadeth. Ao reunir esses exemplos, Baron defende que o reconhecimento internacional e a renovação da cena apontam para novas oportunidades para o metal produzido no Brasil.

 
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